sexta-feira, 29 de abril de 2016

Whoopi Goldberg "Jumping Jack Flash" (Rolling Stones)


Há filmes que nos ficam na memória, mesmo que não sejam uma obra-prima da 7ª Arte. É o caso deste "Jumping Jack Flash" em que Whoopi Goldberg faz, nos idos de 1986, um papel cómico fabuloso (para mim, claro) de ""geek" de um banco. A sua interpretação do famoso clássico dos Stones é hilariante (e eu adorava ter uns pinguins daqueles nos pés, no Inverno!).
Esta foi uma das músicas tocadas pelos famosos Rolling Stones, na sua ida a Cuba!

quinta-feira, 28 de abril de 2016

quarta-feira, 27 de abril de 2016

Museu das Cartas e dos Manuscritos (Musée des Lettres et des Manuscrits) - Paris

(a má qualidade das imagens deve-se a uma "panne" da máquina fotográfica devido ao frio parisiense. As fotos tiveram assim que ser tiradas através de telemóvel)


Citação de Fernando Pessoa
"As cartas de amor, se o amor existe, devem ser ridículas. Mas, em última análise, são as pessoas que nunca escrevem cartas de amor que são ridículas."

"Carta" de Edith Piaff a Marcel Cerdan
"Se não sou eu, é a outra"


Exemplar de um dos livros dos irmãos Bronte, feito durante a infância/adolescência 
Mede cerca de 2,5 cm por 5 cm

Citação de Marcel Proust

"Que diriamos nós se alguém guardasse para si, como autógrafos, a correspondência de Voltaire ou a de Emerson? A colecção privada deve-se transformar em museu, ou frustará a colectividade".

Fotos PNLima

terça-feira, 26 de abril de 2016

"Un Village Français" / "Uma Aldeia Francesa"



Se num dia destes que estiverem a fazer zapping, vos calhe parar no segundo canal, por volta das 10h da noite, vale a pena verem a série que está por lá a passar: "Un Village Français" / "Uma Aldeia Francesa", de segunda a sexta.

Passada entre 1939-1945 (neste momento os episódios estão em 1941), esta série mostra os acontecimentos da guerra numa pequena aldeia de França. Se, como eu, tiverem curiosidade de conhecer melhor este período da história mundial, este é um excelente testemunho para tal. Franceses, alemães, comunistas, "pétainistas", "gaullistas" e pessoas que apenas querem viver a sua vida o melhor possível, todas estão aqui representadas.

Fica a interpretação da famosa "La Java Bleue", da época, mas aqui por Patrick Bruel! Na série a canção aparece pela voz da Madame Morhange, uma "israelista", ex-directora da escola oficial, demitida devido às suas origens.



segunda-feira, 25 de abril de 2016

Poesia...

Não aprecio poesia. Com isto quero dizer que não é um género literário que leia regularmente e devem-se contar pelos dedos da mão direita os livros de poesia em que já peguei na vida, para ler, tirando os obrigatórios na escola.

No entanto há dois poemas que sempre me acompanharam na vida.

Um deles é:
Fernando Pessoa

(digitalização de um recorte que me acompanha desde os anos 80 do século passado e que, quando digitalizado, recebeu o título "words to live by")

E o outro:

As sem-razões do amor

Eu te amo porque te amo.
Não precisas ser amante,
e nem sempre sabes sê-lo.
Eu te amo porque te amo.
Amor é estado de graça
e com amor não se paga.

Amor é dado de graça,
é semeado no vento,
na cachoeira, no eclipse.
Amor foge a dicionários
e a regulamentos vários.

Eu te amo porque não amo
bastante ou demais a mim.
Porque amor não se troca,
não se conjuga nem se ama.
Porque amor é amor a nada,
feliz e forte em si mesmo.

Amor é primo da morte,
e da morte vencedor,
por mais que o matem (e matam)
a cada instante de amor.

Carlos Drummond de Andrade












domingo, 24 de abril de 2016

sábado, 23 de abril de 2016

Marcador "Torre Eiffel"


Marcador "Torre Eiffel" - Le Bonheur des Dames

"MARQUE-PAGES
C'est pour éviter que l'on ne corne les pages d'un livre, qu'il y a bien longtemps on inventa le marque-page. 
Petit kit de Broderie au point de croix points comptés, un petit ouvrage mais un grand plaisir!"

sexta-feira, 22 de abril de 2016

Já chega!


Há cerca de uma semana, a minha amiga Filipa mandou-me esta "Mafalda" por causa do mau tempo que se estava a fazer sentir (já bastava de chuva, mesmo!).
Ontem, ao chegar a casa e ao ver a notícia da morte do Prince, esta foi uma das primeiras imagens que me veio à cabeça!
Já chega, não?


quinta-feira, 21 de abril de 2016

E eis que a meia hora de Paris se descobre a casa e a arte do pintor Maurice Dennis...


São muitos os pintores que admiramos. Mas a descoberta da pintura de Maurice Dennis, pela luminosidade, foi uma total surpresa.


A sua Casa-Museu fica a cerca de meia-hora de Paris, em St. Germain-en-Laye e passa despercebida. 

Numa das idas à cidade das luzes e por causa de uma daquelas greves tipicamente francesas que bloqueiam tudo, dedicámos-nos a descobrir a cidade de St. Germain-en-Laye onde pernoitávamos.

Este quadro é um auto-retrato do próprio com a sua fantástica casa em fundo, que foi transformada em Casa-Museu onde se pode admirar a sua obra.

Fotos PNLima

quarta-feira, 20 de abril de 2016

terça-feira, 19 de abril de 2016

Londres - A Ponte da Torre



Em 1997 tive o prazer de fazer a minha primeira viagem de avião e, com a minha amiga Isabel A., fui direita a terras de Sua Majestade, tendo mais tarde repetido a experiência. De lá trouxe algumas recordações em ponto cruz, incluindo esta famosa Tower Bridge (apenas concluída anos depois, por esquecimento).

Não tivémos oportunidade de a ver abrir, como está no esquema, mas na minha memória de adolescente está a ponte móvel entre Leça da Palmeira e Matosinhos, de saída do Porto de Leixões e o efeito deve ser semelhante.

domingo, 17 de abril de 2016

Noronha da Costa - Como o azul é belo...



Em Algés, já há algum tempo, tivémos a oportunidade de ver uma exposição dedicada ao pintor Noronha da Costa. Admiramos qualquer um dos seus trabalhos e é daqueles que um dia gostaria de ter numa das paredes lá de casa.

Fotos PNLima

sábado, 16 de abril de 2016

Recantos de Sintra (para a Susana que está lá longe e também adora passear por ali - Parabéns!)

Sintra faz parte dos nossos passeios favoritos.

Começamos sempre aqui:

Vale a pena fazer toda a Volta do Duche, mas pode-se sempre primeiro fazer uma paragem aqui:


E já agora, porque não visitar:
Um recanto inesperado!

Fotos PNLima



sexta-feira, 15 de abril de 2016

"Muda de Vida" - Humanos (António Variações)


O António Variações acompanhou, em música, toda a minha adolescência. Há alguém que se lembre da participação dele num programa do Júlio Isidro a cantar "Toma o comprimido que isso passa"? "Muda de Vida", que só descobri já na versão Humanos (grande falha minha), tem acompanhado algumas despedidas de colegas de trabalho, enquanto estão indecisos na sua tomada de posição, terminando por darem um novo rumo às suas vidas!

terça-feira, 12 de abril de 2016

W.I.P (Work in Progress)... - Strasbourg La Petite France

Comecei no início de 2016 este esquema/kit:

Em 14-03-2016, primeira foto tirada, o progresso era este:

Domingo de manhã já ia aqui:

O avanço é lento, entre frio, filmes, séries e pequenos outros projectos pelo meio, a mostrar mais tarde!

sábado, 9 de abril de 2016

Quadro para a Isabel (Cozinha)


Há pessoas que se conhecem desde que nasceram. Mas depois há também aquelas pessoas que conhecemos em determinada altura da vida (neste caso específico no início dos anos 90) e passam a fazer parte da nossa vida como se as tivéssemos conhecido desde que nasceram. Esse é o caso da minha amiga Isabel A., com quem (entre outras coisas na vida) partilhei a primeira viagem de avião que fiz para fora de Portugal, neste caso para Londres, em que as malas dela se decidiram a extraviar, quer à ida, quer à vinda (eu ri-me, ela na altura nem por isso).

Não sei a data (nem o ano) em que fiz este quadro para ela, mas acompanhou-a de um lado para o outro, até se fixar de há uns anos para cá na parede da sua cozinha. Mais uma vez o esquema teve origem numa Labores del Hogar, edição do século passado.

quinta-feira, 7 de abril de 2016

Le Chat - Philippe Geluck

"Geluck não é mais que a sombra de mim mesmo"

"Todos os homens nascem livres em ego / Só depois é que estes o redimensionam"

Há dois anos, a ver um apontamento chamado "L'Invité" num canal francês, descobri o humor corrosivo de Philippe Geluck e do seu "Le Chat". De tal forma gostei, que a agenda que me acompanhou no ano de 2015 era da sua autoria.

Caso pretendam descobrir a personagem, aconselho "La Bible Selon Le Chat":



"Espero para bem dela, que a Madame Pollock usasse ariel, e não um detergente vulgar"


quarta-feira, 6 de abril de 2016

"Número Zero" - Umberto Eco


Acabei de ler no domingo o "Número Zero" do Umberto Eco. Este é um dos autores que admiro e aconselho vivamente a leitura deste e de outros livros do mesmo.


Não resisto a partilhar uma citação do livro escrito em 2015, mas que a acção se passa em 1992:
"«A questão dos telemóveis», rebatera Simei, «não pode durar. Primeiro, são caríssimos e só poucos têm meios para os comprar. Segundo, as pessoas irão descobrir em breve que não é indispensável telefonar a toda a gente a todo o momento, sofrerão com a perda da conversação privada, cara a cara, e no fim do mês vão aperceber-se de que a conta atingiu cumes insustentáveis. É uma moda destinada a esgotar-se no espaço de um ano, no máximo, dois. Por agora, os telemóveis são úteis só para os adúlteros, para poderem terem relações sem usar o telefone de casa, e talvez para os canalizadores, que podem ser chamados a todo o momento enquanto andam por fora.» (...) «Não estou assim tão segura», dissera Maia, «é como o pret-a-porter»"
in "Número Zero", Umberto Eco

domingo, 3 de abril de 2016

O Clube de Leitura de Jane Austen

Jane Austen é uma das minhas autoras favoritas. Dos livros que tenho, “Orgulho e Preconceito” é o eleito. Não sei dizer se o li antes ou depois de ver a série da BBC, mas ficou para sempre como o favorito, um livro que leio e releio, muitas vezes, abrindo-o ao acaso. 

Esta introdução é para falar do filme “O Clube de Leitura de Jane Austen”, que está a passar num dos canais de cabo, realizado por uma surpreendente Robin Swicord (baseado num livro de Karen Jay Fowler), muito mais conhecida como argumentista, já que assinou argumentos como “Mulherzinhas”, a versão de 1994, “Memórias de Uma Geisha” ou “O Estranho Caso de Benjamin Button”, do que realizadora, sendo esta a sua estreia na longa-metragem.

Durante o funeral de um dos cães de Jocelyn (uma espantosa Maria Bello), as suas amigas decidem que têm que fazer alguma coisa para ajudar esta criadora de cães a sair da depressão em que se encontra. Porém Sylvia (Amy Brenneman), uma das amigas, irá descobrir que a sua própria situação é muito mais delicada do que a da amiga tratadora de cães, ao saber pela boca do marido num jantar que ele mantém uma relação extra-conjugal, estando na disposição de a abandonar, porque necessita de viver uma nova vida, pedindo-lhe o inevitável divórcio ao fim de mais de vinte anos de vida em comum.
Estes acontecimentos irão fazer nascer ideias a este grupo de amigas, no sentido de fugirem da triste realidade que no momento as cerca, neste mundo contemporâneo em que vivemos.
Por outro lado, iremos assistir ao encontro decisivo para o nascimento do Clube de Leitura entre Bernardette (Kathy Baker), uma das amigas, com a professora de francês Prudie Drummond (fantástica Emily Blunt), num festival de cinema dedicado a Jane Austen (esta autora tem diversas obras suas adaptadas ao cinema: “Orgulho e Preconceito”, “Emma”, “Persuasão”, para além das adaptações que a BBC tem feito para o pequeno écran).

Neste encontro entre estas duas mulheres de gerações bem diferentes, Prudie (Emily Blunt) irá desabafar com Bernardette (Kathy Baker) sobre o facto de o marido ter desistido de uma viagem a França para ir ver as finais de basquetebol, deixando para trás aquela que seria a viagem de uma vida para a jovem professora de francês, que não conhece o país cuja língua ensina nas aulas. E como palavra puxa palavra e a simpatia de Prudie é cativante, Bernardette acaba por convidá-la a juntar-se ao Clube de Leitura (tão em voga nos  dias de hoje), sendo o autor a analisar, inevitavelmente, Jane Austen.
Jane Austen publicou seis livros durante a sua vida (recorde-se que morreu em 1817, com apenas 41 anos), seis serão assim as reuniões a efectuar, durante seis meses, ou seja um mês para cada livro. Falta-lhes no entanto um sexto elemento que será encontrado por Jocelyn (Maria Bello) quando, num hotel onde decorre uma convenção sobre o melhor amigo do homem, ela conhece um jovem extremamente simpático chamado Grigg Harris (Hugh Dancy), que não está ali propriamente para a convenção dos caninos, mas sim para uma outra em que o tema é a ficção-cientifíca, género literário que ele devora desde criança. As razões de Jocelyn (Maria Bello) para o convidar prendem-se com a vontade de oferecer à amiga Sylvia uma companhia masculina, para ela esquecer o divórcio.

No primeiro encontro, realizado num dos muitos Starbucks da cidade, vamos encontrar as cinco mulheres reunidas, a comentar que falta um sexto elemento para formarem o tão ambicionado Clube de Leitura Jane Austen, até que surge Grigg e Jocelyn é obrigada a confessar que foi ela que o convidou para participar nos encontros.

É claro que este jovem, apaixonado por ficção-científica, nunca tinha lido na vida um livro de Jane Austen, tendo comprado uma daquelas edições que reúnem a obra completa da escritora, pensando que as diversas obras fossem sequelas.

A “modernidade” de Allegra (a filha de Sylvia) também choca Prudie, a conservadora professora de francês, que acabará por confessar a todas que foi criada numa comuna na Califórnia, por uma mãe hippie, que parou nos sixties e que iremos conhecer mais tarde, numa espantosa caracterização de Lynn Redgrave que nos enche o écran com seu talento maravilhoso e ofusca quem com ela o compartilha.

Cada um dos elementos do Clube de Leitura fica com um livro pelo qual é responsável, sendo “Emma” o primeiro a ser estudado. A reunião é em casa de Jocelyn (Maria Bello) e durante a discussão, mais uma vez, Allegra e Prudie entram em confronto de ideias. Já Grigg, um verdadeiro Robinson Crusoe naquele grupo de mulheres, não percebe a razão porque querem que ele se aproxime de Sylvia, já que ele, melhor do que elas, percebe de imediato que Sylvia continua apaixonada pelo marido, acabando por julgar que o motivo se prende com Allegra, que afinal é lésbica, para seu grande espanto.

Março chega com o estudo de “Mansfield Park”, em casa de Sylvia e ficamos a saber o porquê de adorar Fanny Price, uma das personagens do livro. E aqui temos um dos momentos mais engraçados da película de Robin Swicord, quando Grigg, que até leva uns apontamentos, compara a relação das duas personagens do romance com Luke e a Princesa Leia, no “Império Contra-Ataca” / “Empire Strikes Back”, da famosa saga de George Lucas.

“Northanger Abbey”, o primeiro livro escrito por Jane Austen, mas o último a ser publicado, é objecto de estudo em casa de Grigg, que sendo um verdadeiro “geek”, recria o ambiente gótico nele implícito, chegando a ler “Os Mistérios de Udolfo” de que se fala no livro, para grande espanto das senhoras que se consideravam maiores fãs do que ele.
O mês de Maio será dedicado ao estudo do mais famoso romance de Jane Austen, “Orgulho e Preconceito” e aqui iremos conhecer melhor a relação de Prudie com o marido e as inevitáveis dificuldades por que passa o seu casamento.
Já “Sensibilidade e Bom Senso” irá levar, nesse mês de Junho, o grupo de leitura até ao hospital onde se encontra a jovem Allegra, que como boa amante dos desportos radicais, sofre uma queda aparatosa enquanto treina escalada. E como não podia deixar de ser, o seu pai irá estar presente, sendo notório o amor que ainda existe entre Daniel e Sylvia.
Julho marca o estudo de “Persuasão”, sendo a responsável do encontro a jovem professora de francês, que decide aceitar a sugestão de Bernardette para fazerem a reunião na praia, já que no livro de Jane Austen grande parte da trama se desenrola numa ida a Lyme, à praia. E aqui, neste derradeiro encontro, irão estar presentes novos participantes, para grande surpresa de muitos, ao mesmo tempo que iremos descobrir como os romances de Jane Austen permanecem profundamente actuais, porque a maré do amor permanece em alta, apesar das marés baixas que se sucedem com frequência.
O livro de Karen Jay Fowler, no qual se baseia o filme, cativa-nos da primeira à última página e a película de Robin Swicord segue-lhe as pisadas, revelando-se numa agradável surpresa. E quando recordamos as interpretações de todo o elenco, percebemos que ele é dirigido por quem sabe da matéria, sendo inevitável destacar Emily Blunt, na jovem professora de francês, ao mesmo tempo que percebemos que a própria realizadora é uma fã incondicional de Jane Austen. Curiosamente, num dos extras do DVD, Robin Swicord confessa-nos ter alterado uma das histórias do livro de Karen Jay Fowler (e não é sempre assim?), para ficar mais próxima de Jane Austen.

“O Clube de Leitura Jane Austen” é uma bela aventura cinematográfica que recomendamos porque, naquele grupo, iremos inevitavelmente descobrir pessoas que conhecemos no nosso dia-a-dia ou, quem sabe, encontrar o reflexo da nossa própria imagem no espelho da sala de leitura da famosa Jane Austen.

Notas:
Realizadora: Robin SWICORD / Origem: EUA / Ano: 2007 / Duração: 106 min
Actores: Maria Bello, Emily Blunt, Kathy Baker, Amy Brenneman, Maggie Grace, Jimmy Smits, Hugh Dancy

sexta-feira, 1 de abril de 2016

Marcadores...

Sendo leitora, sei a importância que tem marcar o sítio do livro em que se vai, para não perder o fio à história.



Por aí, entre amigos, foram distribuídos uns quantos marcadores, de diversos modelos (apresento dois, um a "biblioteca", que tem que ser melhorada no que diz respeito ao tecido em que foi feita e o outro "books are the magic") nos quais variava a cor das riscas de moldura, ora em tons de vermelho, ora em tons de verde, por vezes a acertar até na cor do clube de quem o recebia.



Nada difícil de executar (esquemas descobertos num daqueles sites de gráficos grátis) e apreciados por quem recebeu.