quinta-feira, 14 de julho de 2016

Ópera...


Aprendi com os meus pais a gostar de todo o tipo de música, tendo a dita clássica sido apreciada desde sempre graças, por exemplo, a uma caixa de discos vinil do meu pai que se intitulava, salvo erro: "The Magic of Mantovani", em que cada disco tinha um "tema", fossem os grandes coros, os solos, os duetos, etc.

Durante o período do liceu, com uma amiga dada a estas artes da música, já que ela aprendia piano, tive a sorte de assistir a diversos Concertos e algumas Óperas, dos quais guardo os bilhetes e alguns programas. Esses Concertos, sobretudo no Teatro S. Luís, no final da manhã de domingo, tinham como mentor o Maestro José Atalaya e foi aí que fiquei a conhecer o pianista Jorge Moyano (que admiro), o  violinista Vasco Barbosa (da Orquestra S. Carlos, salvo erro primeiro violino) e a sua irmã Grazie, que o acompanhava ao piano, ou ainda cantores de Ópera como Jorge Vaz de Carvalho, alguns já consagrados, outros a despontar.

Não me esqueço do quanto apreciei a ária "La ci darem", que Helena Vieira interpretou, se bem que não me lembro do cantor que a acompanhou, já que é um dueto de "D. Giovanni" de Mozart, como também não esqueci a cara de frete que ela fez por ter que repetir a ária a pedido do Maestro, que adorava explicar tudo, exemplificando (e aprendia-se bastante, com essas explicações).

Fica essa ária, cantada no "Musiques en Fête 2015", já falado aqui:


Ela é Albane Carrère e ele é Nicolas Cavalier.

6 comentários:

  1. Confesso que fiquei arrepiada ao ver o vídeo...
    Beijinhos

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    1. brigada pela visita! A boa música tem esse condão!

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  2. Confesso que vi na televisão um dos espectáculos de "Musiques en Fête" e adorei! Um espectáculo versátil abordando com imensa qualidade, várias áreas musicais, atingindo as mais diversas camadas de público.

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  3. Só vi uma ópera ao vivo "Carmen" e adorei. Essa ópera, assim como os vários bailados que vi, foi nos últimos anos, já adulta. Antigamente não tínhamos essa possibilidade aqui em Castelo Branco e noutros locais, tal como ainda hoje, não tenho oportunidade de ir. Vi apenas um bailado no Coliseu dos Recreios.

    Mas gostava de ver na televisão.

    Vou ouvir o vídeo:)

    Boa noite:)

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    1. Embora ao vivo tenha efectivamente um "sabor" diferente, a TV permite-nos colmatar falhas, sobretudo de oportunidade! A "Carmen" é magnífica. Aconselho o filme com o Placido Domingo, com alguns anos (de 1984) mas muito bem feito.

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