domingo, 20 de maio de 2018

"L'ordre du jour" de Eric Vuillard

"On ne tombe jamais deux fois dans le même abîme. Mais on tombe toujours de la même manière, dans un mėlange de ridicule et d'effroi."

Eric Vuillard, "L'ordre du jour"
150 pag., Ed. Actes Sud


sexta-feira, 18 de maio de 2018

segunda-feira, 14 de maio de 2018

Umberto Eco "A Misteriosa Chama da Rainha Loana"


Se eu tinha dúvidas que cada um de nós é feito das memórias do que vive/viveu, este fabuloso livro do Umberto Eco, acabado de ler ontem, tirou-me algum resquício que pudesse subsistir.

Um livro que fala de outros livros, mas não só. O personagem principal é livreiro antiquário, que tem de reconstruir as suas memórias devido a um AVC e "a páginas tantas" envolveu-me de tal forma na sua história que me pôs a recordar a minha!

Umberto Eco revela-se para mim, mais uma vez, o magistral escritor que o considero!

Reencontrem as vossas memórias perdidas. Leiam este livro.

Paula Lima

P.S. As ilustrações que nele constam são belissimas!

quinta-feira, 10 de maio de 2018

Quem sairá vencedor?

Em miúda, um dos acontecimentos televisivos do ano era, sem sombra de dúvida, o Festival Eurovisão da Canção, que teve o seu início em 1956. Durante muitos anos foi também uma forma dos artistas de diversos países serem conhecidos a nível europeu, tendo até saído do Festival dois êxitos mundiais: os inesquecíveis ABBA (1974) e a Celine Dion (1988, pela Suiça, primeira tentativa de carreira internacional, orquestrada pelo agente/marido René).

Tem havido de tudo nas "cantigas", da pop ao rock e até ópera.

Portugal já tentou todo o tipo de géneros musicais, até que o ano passado (para mim, inexplicávelmente) ganhámos com o "Amar pelos Dois", tendo até aí apenas conseguido como melhores lugares um 6º com a Lúcia Moniz (1996) e dois 7º, com Carlos Mendes (1972) e José Cid (1980). Nos meus favoritos nacionais estarão sempre "Oiçam" e "Madrugada". Nos internacionais "Waterloo" e "Aleluia". Não participámos lá fora em 1970, 2000, 2002, 2013 e 2016.

Se ao longo dos anos o interesse que desperta lá por casa diminuiu, o facto de no ano passado termos ganho, depois de uma eternidade de tentativas, voltou a espicaçar a nossa curiosidade. Vimos de fio a pavio a 1ª semi-final, gostando mais de uns, menos de outros, com algumas das nossas favoritas a passarem à final de sábado. Podemos referir que em termos de espectáculo, demos cartas, excepto no inglês de uma das apresentadoras. Hoje haverá a 2ª semi-final, que iremos acompanhar.

Ficam aqui, graças a um canal do "yutu" os vencedores de 1956 a 2017:


Os portugueses de 1964 a 2015:

domingo, 6 de maio de 2018

Feliz Dia da Mãe!

Foto PNL - No jardim Gulbenkian
Quando eu era miúda, o Dia da Mãe celebrava-se a 8 de Dezembro, dia dedicado a Nossa Senhora. Acho que leigos, laicos, ateus, cristãos e mais "ãos" que existem por cá nunca se incomodaram muito por homenagear a sua Mãe nesta data. Chegada a época da uniformização, as ovelhas têm que ser todas iguais, i.e. passa-se o Dia da Mãe para a data que o resto da Europa comunitária celebra, ou seja o 1º Domingo de Maio, seja ele 1, 2, 3 ou qualquer outro número que coexista nessa semana.

A minha mãe recebeu durante anos, em Dezembro, prendas artesanais porque a verba lá por casa era muito curta! Quando os tempos melhoraram, já com o Maio em mira, adicionava-se um cartão artesanal (que a partir de certa altura passou a ser em ponto cruz) a alguma coisa que precisasse ou tão simplesmente um qualquer conjunto de doces que a deixavam ainda mais sorridente.

Feliz Dia Mãe!
Um Feliz Dia para todas as mães que me lêem!

Paula Nunes Lima

terça-feira, 1 de maio de 2018

O 1º de Maio

O objectivo da luta do 1º de Maio
(imagem retirada da net)
A 29 de Abril de 1974, na capa de "A Capital", anunciava-se o feriado (e não só!)
Imagem obtida na exposição Pós-Pop, Fundação Gulbenkian